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4.2.12

Destaque

María Estela Martínez, conhecida como Isabelita Perón, nasceu em La Rioja, 4 de fevereiro de 1931, foi a primeira mulher que ocupou a presidência da República Argentina.

Martínez contraiu matrimônio em 1960 com Juan Domingo Perón, a quem havia conhecido em um clube no Panamá e o acompanhou em seu exílio espanhol. Em caráter de delegada pessoal de Perón, viajou à Argentina em 1965 para fazer frente ao fenômeno do neoperonismo.

Após o governo de Héctor José Cámpora, Perón regressou à Argentina para apresentar-se às eleições de 1973, em que obteve mais de 60% dos votos, derrotando a chapa Ricardo Balbín-Fernando de la Rúa, que havia sido postulada pela União Cívica Radical.

Isabelita tornou-se presidente após a morte de seu marido, que havia sido eleito numa chapa denominada Perón-Perón, pois ela era candidata à vice-presidência. Perón morreu em 1 de julho de 1974 e Martínez assumiu o cargo este mesmo dia.

Em 24 de março de 1976, foi deposta pela junta militar encabeçada por Jorge Rafael Videla, que deu origem ao chamado Processo de Reorganización Nacional. Vive na Espanha desde 1981 numa espécie de auto-exílio. É filiada no Partido Justicialista (peronista).

O governo de Isabelita

Seu ministro de bem-estar social e secretário pessoal, José López Rega, conhecido como el Brujo, exerceu uma quase total influência sobre Isabelita nesta fase do governo. Em seu intento de fazer predominar os interesses da direita peronista sobre os diversos movimentos sociais, López Rega desviou fundos públicos para o financiamento de uma formação ilegal conhecida como Alianza Anticomunista Argentina, também conhecida como triple A. Tal grupo paramilitar, sob sua direção, empreenderia ações de ataque a figuras destacadas da esquerda que acabariam em atentados, seqüestros, torturas e assassinatos.

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